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A hora certa de pedir demissão e mudar de emprego

Tem hora certa pra isso?

DESTAQUE

8/7/20263 min read

Você tá assim igual à foto? É, amiga... senta aqui pra gente conversar.

Você também acorda numa segunda-feira e percebe que o maior esforço do dia vai ser fingir que está bem. Não é cansaço. É outra coisa: uma mistura de tédio com ressentimento que vai se instalando devagar, semana a semana, até virar o estado padrão. Você entrega, cumpre prazo, não recebe reclamação... mas também não vai a lugar nenhum. E começa a suspeitar que talvez o problema seja você.

Não preciso nem falar na deprê que bate domingo, né?

A maioria das pessoas não tem o privilégio da Julia Roberts em "Comer, Rezar e Amar", que pode se dar ao luxo de largar tudo e viver um ano sabático só porque está perdida e infeliz no trabalho. Na vida real, a conta chega todo mês.

O que acontece com muitos profissionais competentes é que eles cresceram mais rápido do que o ambiente onde estão. A empresa ficou pequena, o cargo ficou repetitivo, o teto chegou, só que ninguém avisou. E sem esse aviso, a pessoa continua esperando uma promoção que não vai vir, num lugar que já não tem mais o que oferecer. Fica por medo, por comodidade, por não saber se o mercado vai absorver. E enquanto fica, vai perdendo tempo que não volta.

O primeiro passo para saber a hora certa de sair começa por entender o que te segura onde você está.

Estabilidade e crescimento parecem a mesma coisa de dentro, mas são bem diferentes. Dois, três anos sem promoção numa empresa que diz valorizar quem entrega bem é um dado. Significa que o teto chegou, ou que algo no seu posicionamento não está funcionando. É importante reconhecer nossa própria culpa também: estou conduzindo minha carreira da melhor forma ou é a empresa que não me valoriza? Consigo mostrar meu valor e me posicionar corretamente? Sou uma peça chave?

O problema é que a maioria dos profissionais não consegue fazer essa leitura sozinhos, porque o jogo corporativo tem regras que ninguém ensina abertamente.

Vinicius Costa, sócio da JOYn RH, empresa especializada em recrutamento e desenvolvimento de carreira, explica que o erro mais comum é confundir execução com posicionamento. "Você foi contratado pra fazer o que te pedem. Se você só faz o que te pedem, está cumprindo o contrato. Pra subir, você precisa começar a fazer o que o cargo acima faz, antes de ser promovido pra ele." A lógica parece simples dita assim, mas poucos profissionais entendem isso na prática e até estranham esse comportamento.


















Outro ponto que Vini levanta é o que ele chama de visão dos três lados: o que o RH enxerga, o que o líder avalia e o que o próprio profissional acredita que está sendo observado são três coisas completamente diferentes.

Quem não entende essa diferença de pontos de vista fica no escuro.

Por muitas vezes, o profissional faz um trabalho excelente que ninguém sabe que foi ele. Participa de projetos grandes sem saber transformar isso em argumento de carreira. Espera ser reconhecido sem nunca ter aprendido a se posicionar. Será que é seu caso?

E quando finalmente decide mudar de emprego, leva o mesmo problema na mochila. Chega no mercado com LinkedIn desatualizado, currículo que não conta a história certa, sem nunca ter simulado uma entrevista com alguém que sabe o que o outro lado da mesa quer ouvir. Meses mandando currículo sem retorno. A conclusão errada é que o mercado está fechado. A conclusão certa é que o SEU posicionamento está errado. É preciso ser crítico consigo mesmo. É duro, sabemos, mas necessário.

A boa notícia é que posicionamento se aprende. Vini afirma que profissionais que entendem como funciona o jogo corporativo por dentro conseguem aumentos de até 30% trabalhando com a mesma competência que já tinham, só sabendo apresentá-la do jeito certo. Não tem a ver com trabalhar mais, mas sim, com ser visto de forma diferente por quem decide. E esse é um conjunto de habilidades que tem nome, tem método e pode ser desenvolvido.

Se você reconheceu alguma parte da sua história aqui, vale a pena entender mais sobre o assunto.

No dia 08/08, sábado às 14h, a JOYn RH realizará uma masterclass gratuita onde Vinicius Costa vai falar sobre como saiu de profissional travado pra sênior em multinacional, e o que qualquer profissional pode aplicar desse caminho independente da área ou do cargo atual. Quem participar ao vivo vai ter acesso antecipado à segunda turma da mentoria de carreira da JOYn, com condições que não vão se repetir depois. O link de inscrição está aqui:

Endereço

Rua Almirante Barroso, 1004, sala 205, Vila Nova - Blumenau - SC

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